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Santo de casa não faz milagre?

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  Faz sim senhor! E quem quiser conferir, é só reservar na agenda o dia 29 de abril e aparecer no Juntos Coworking (Av. Dr. Waldomiro Graeff, 1091, em frente à praça central), em Não-Me-Toque, a partir das 18h! O Happy Hour Cultural reúne mais de 20 artistas de Não-Me-Toque e Carazinho das mais diferentes áreas, como literatura, artesanato, artes plásticas, culinária, ilustração, entalhe e customização. Em paralelo às exposições e à feira cultural, rola um pocket show com a banda Auto Sugestão e com a dupla Jorje Macedônia e Ronie Dengaten, trazendo a fina flor do rock, e apresentações de malabares, com Prego Dartagnan, e de capoeira, com Jamaica, além da presença da Liga dos Heróis. Promovido pelo Juntos Coworking , de Não-Me-Toque, e pela Editora Os Dez Melhores , de Carazinho, o Happy Hour Cultural busca criar pontes entre os artistas locais e sua comunidade, fortalecendo a cena e a cultura independente e promovendo o encontro, o pensamento e o diálogo – papel primordial da arte.

Galera da arte de Carazinho e cidades vizinhas, saca só!

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  Com a pandemia desacelerando, tomou forma e força a ideia de voltar COM TUDO com os eventos culturais, que tantas alegrias nos trouxeram lá nos idos de 2015, 2016 e 2017. Lembram? Mostras de Arte no Rancho Cavalo de Troia, Sábado Cultural na Fuccar, feirinhas na praça, Aniversário Cultural em Não-Me-Toque, lançamento da Revista Obscena, furdunço, junção, amigos, arte. Éramos felizes e sabíamos. Aí o pesadelo começou. 2018 veio atropelando. Em 2019, o desmonte da cultura brasileira começou. 2020 trouxe a pandemia e o resto desta trágica história todo mundo conhece. Por isso, neste ano em que conseguimos ao menos ver uma luz no fim do túnel que não é o trem vindo em nossa direção (espero!), juntamos uma trupe e decidimos: vamos fazer! Vamos voltar a fazer! Vamos recomeçar! Todo mundo está em crise de abstinência de encontros, risadas, música, arte e cultura – agora imagina tudo isso junto? Comecei a fazer os contatos com os artistas que conheço e, para minha tristeza, vi que boa parte

#2anosdepandemia

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  Arrumando uma gaveta, encontrei estes dois cartões de um cachorro-quente beneficente da Acapa, associação que cuida de animais abandonados e maltratados, aqui de Carazinho. Ia rolar em abril de 2020. Lembro claramente do dia em que comprei os cartões, no fim de fevereiro. No dia 11 de março daquele ano (ou seja, há exatos dois anos), a OMS decretou pandemia mundial e o resto da história você já conhece. Fato é que, por alguma razão, guardei estes cartões na gaveta. Mas eu sabia que não ia rolar. Não fui daqueles que acreditou que a pandemia duraria dois meses porque, bem, não fazia nenhum sentido. Era óbvio que o negócio ia longe, como aliás ainda vai. Enfim. Já limpei essa gaveta outras vezes e não consegui jogar os cartões fora. Não sei. Acho que, pra mim, eles simbolizam um pouco de tudo aquilo que perdemos nestes dois anos de pandemia. Coisas simples e banais que se tornaram raras e extraordinárias: o cachorro-quente da Acapa, os aniversários, a janta com os amigos na s

"Cantigas de Despertar": capa do meu próximo livro!

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  Mundo, esta é a capa do meu próximo livro! Capa do meu próximo livro, este é o mundo!   Com muita alegria apresento para vocês Cantigas de Despertar , meu 5º livro e o primeiro de poesias. Ali reuni 35 poemas voltados para adolescentes abordando temas que, apesar de comuns a todos nós, ainda são considerados tabus: consumismo, morte, depressão, bullying, corpo, medo, violência, privilégios, racismo. O livro traz também 35 vídeos em código QR com a minha interpretação dos poemas – vídeos caseiros e sem pretensão que gravei em casa, no qual apresento a minha versão de cada texto. A ilustração de capa é do brilhante Mario Cau , que além de parceiro de trampo HÁ DÉCADAS, ainda é um amigo querido por quem tenho máximo carinho e respeito. Aliás, ele gravou um vídeo também, contando sobre o processo de criação da ilustração, que está demais! Em breve vai pro ar! Já o projeto gráfico, claro, é do Sergio Chaves , que cuida dos livros da Editora Os Dez Melhores desde 2015. O lan

Primeiros

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  Meu sorrisinho sutil nesta foto nem de longe expressa o tamanho da minha felicidade: hoje é o primeiro lançamento da Editora Os Dez Melhores de 2022. Mas não é só isso! Hoje é o primeiro lançamento presencial da editora desde que esse pesadelo de pandemia começou. Hoje é o primeiro lançamento do meu amigo Carlos Eduardo Goodman, que estreia na literatura com o livro Coisas do Interior . Hoje também é o primeiro lançamento da querida  Keli Rahmeier , que pela primeira vez ilustrou a capa de um livro. Enfim. O hoje traz muitos “primeiros” e tudo o que é “primeiro” coloca borboletas a voar em nosso estômago – aliás, que delícia! Que saudade eu estava de sentir isso! De modo que estou numa empolgação quase infantil com essa noite e adoraria dividir essa alegria e esses momentos com você! Sim, você mesmo! Se estiver na área, pinta lá na Biblioteca Pública Municipal de Carazinho entre 19h e 21h! Além de eu sorrindo feliz, você vai encontrar muita gente fina, elegante e s

LIVE!

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  Começando essa semana tão querida e especial em alto estilo! Porque hoje eu vou conversar HORRORES com o escritor Carlos Eduardo Goodman, autor do livro Coisas do Interior , o primeiro lançamento da Editora Os Dez Melhores de 2022, que acontece na próxima sexta-feira, dia 18/02, na Biblioteca Pública Municipal! E você está mais do que convidado pra puxar uma cadeira e participar deste bate-papo sobre as dores e as delícias de fazer literatura em Carazinho! Prepara teu chimarrão ou coloque pra gelar tua cerveja, que eu te vejo às 18h, fechou?

Sobre os paradoxos da vida

  Em janeiro deste ano a Editora Os Dez Melhores fechou a publicação de um livro dentro de um determinado orçamento. Em maio/junho, quando enviamos o livro para a gráfica, só o custo em impressão dava quase o valor total do projeto (que incluía todo o resto: revisão, edição, registros, produção gráfica, divulgação etc.). Em outubro, uma escola parceira, que publicou conosco em 2019, solicitou um orçamento nos mesmos moldes do anterior e só o valor da impressão ultrapassava o investimento inteiro do projeto de dois anos atrás. Eu juro pra vocês: ando constrangida em passar os orçamentos solicitados para os autores. Minha vontade é de pedir desculpas: “Olá, envio em anexo o orçamento pedindo desde já perdão pelo valor...”. Só não faço isso porque a culpa realmente não é minha.   Já vi amigos editores postando aqui que, neste ritmo, terão de encerrar suas atividades. Um deles até disse que fechará as portas no dia em que tiver que vender um livro de 150 páginas por R$75. De fato,