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Mostrando postagens de dezembro, 2019

Simpatia e Empatia

Devemos ter cuidado para não confundir simpatia com empatia. A simpatia é espontânea e tem a ver com afinidade e identificação. Costumamos facilmente simpatizar com o que se parece com a gente: nossos amigos, nossos filhos, nossos pais, nossa realidade, nossos problemas, as pessoas e os costumes de nosso meio social. A simpatia surge naturalmente e não exige de nós nenhum esforço. A empatia é outra história. Ela sugere nos colocar no lugar do outro – detalhe: de TODOS os outros. Principalmente daqueles que são, aparentemente, diferentes de nós; que habitam outras peles; que escolheram caminhos opostos aos nossos; que acreditam no que não acreditamos e não acreditam no que acreditamos. É muito, muito, muito fácil desumanizar aqueles com quem não simpatizamos, reduzindo-os a meros e rasos adjetivos. Eis o grande desafio proposto pela empatia: se reconhecer naquilo que não é espelho. Se solidarizar com a dor que não sentimos, respeitar os sonhos e objetivos que não entendemos;

Euzinha na prova da EPCAR

Olha só que tri: um trecho da resenha que escrevi sobre o livro “O Caminho dos Excessos”, do querido  Zeka Sixx , publicada no site Zona Curva pelo amigo  Fernando Do Valle Barbosa , foi utilizado na prova da EPCAR (Escola Preparatória de Cadetes do Ar) ano passado. Eu e meu textinho estamos na página 10 e 11, confere aqui .